domingo, 2 de novembro de 2008

Um..

Dia 02.11.2008.
“- Porque tudo isso?”
Coisas do infinito?
Sentimentos esparsos ao vento. Cestas de redes. Jogadas. Perdidas pelo ar...
E esparsas à humanidade estão a liberdade e a confiança.
Unificadas pela busca do caçador pela caça.
Unidas pela presa maior: a vontade, a cria, a nuvem do sentimento, do prazer, do descobrimento do novo e da busca da razão da felicidade interior.
“- Para que tudo isso?” me pergunto novamente.
Porque a vontade entre a realização e o querer, livre de medos, de angústia e de insatisfação é sempre maior do que qualquer outro sentimento.
Livre arbítrio? Só depende de mim, e mais ninguém.
Que venha através da forma mais pura! Mais nua! Mais crua!
Que venha de forma escancarada! Livre! Aberta de sentimentos! Aberta pela raiz. Renascida à sua natureza primária. Retornando à mim justamente isso: o meu EU e nada mais.
E a rede.... e aquela presa... não serão mais dois, mas tão somente UM.
E a razão voltará. Como se fosse um segundo plano de idéias, voltadas pela personalidade e pelo amadurecimento. E a razão voltará sim, com um invólucro, uma capa grossa, totalmente revestida por uma única palavra: firmeza!
E repetirei para mim mesmo:
“- Sim! Um único e simples corpo... um único e simples: UM.”

Um comentário:

Ana Lígia disse...

Lindoooo.....Vou vir ler sempre seus textos!! Bjs